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Licença de Vigilância Sanitária em São Paulo — Sem Burocracia e Suporte até a Aprovação.

Toda empresa que atua com saúde, alimentos, estética ou serviços regulados precisa da Licença de Vigilância Sanitária (antiga LTA, hoje DCFF) para operar legalmente em São Paulo. Cuidamos de todo o processo junto à COVISA — do enquadramento de risco ao PGRSS quando exigido.

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Resultados comprovados

Cases reais de licenças sanitárias em SP

Licenças de Vigilância Sanitária que regularizamos em SP — prazos e setores reais.

Licença Sanitária em 30 dias

Restaurante na Zona Sul — CMVS e Licença Sanitária aprovados pela COVISA.

Clínica regularizada

Clínica odontológica em Guarulhos — CMVS e licença aprovados sem parar as atividades.

Salão de beleza aprovado

Salão na Vila Mariana — boas práticas e Licença COVISA aprovada.

Farmácia regularizada

Farmácia em Santo André — CMVS, licença sanitária e PGRSS aprovados.

Seu negócio precisa de Licença da Vigilância Sanitária?

Quem precisa: todo estabelecimento que lida com saúde, alimentação ou estética em SP — do MEI à grande rede.

O que está incluso: CMVS, Licença Sanitária, Manual de Boas Práticas, PGRSS quando exigido e acompanhamento da inspeção da COVISA.

Sem regularizar: seu estabelecimento fica sujeito a autuações, interdição e impossibilidade de operar com o público.

Restaurantes e baresClínicas e consultóriosSalões e estéticaFarmáciasMercados e alimentosAcademias
Quero minha Licença Sanitária

Como entregamos

  • CMVS — Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária
  • Manual de Boas Práticas (RDC 275/RDC 216)
  • PGRSS — Plano de Gerenciamento de Resíduos
  • Acompanhamento presencial na inspeção da COVISA
  • Profissionais com responsabilidade técnica
  • Licença Sanitária entregue e regularizada

Documentos necessários para a Licença Sanitária em SP

A documentação varia conforme o tipo de estabelecimento. Na primeira conversa, listamos exatamente o que você precisa.

CNPJ ativo com CNAE compatível
Alvará de Funcionamento municipal
Contrato social ou requerimento de MEI
Planta ou layout do estabelecimento
Responsável técnico (quando exigido)
Manual de Boas Práticas / PGRSS quando aplicável
Documento do responsável legal

Não sabe o que precisa?

Nossa equipe analisa seu caso gratuitamente e lista exatamente o que você precisa.

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Nosso processo

Como funciona com a GlobalDocs

Cuidamos de tudo — sem filas, sem burocracia e sem você sair do seu negócio.

  1. 1

    Análise gratuita

    Você conta seu caso pelo WhatsApp. Nossa equipe técnica avalia gratuitamente e apresenta orçamento sem compromisso.

  2. 2

    Preparação da documentação

    Orientamos e organizamos toda a documentação e os manuais conforme as exigências da COVISA.

  3. 3

    Protocolo do CMVS e licença

    Damos entrada no CMVS e no pedido de Licença Sanitária, acompanhando cada etapa da análise.

  4. 4

    Acompanhamento da inspeção

    Nosso técnico acompanha a inspeção da COVISA no local, orienta sua equipe e responde às exigências do fiscal.

  5. 5

    Entrega da licença

    Você recebe a Licença Sanitária aprovada. Seu estabelecimento regularizado para operar.

DCFF ou LTA: o que mudou na Vigilância Sanitária de São Paulo?

Desde a Portaria SMS/COVISA nº 404/2024 (publicada em 21/06/2024), o antigo LTA (Laudo Técnico de Avaliação) foi substituído pela DCFF — Declaração de Conformidade Físico Funcional. É o documento que comprova que o imóvel do seu estabelecimento está adequado à atividade de saúde: mudou de nome e de formato, mas continua sendo exigido no processo da Licença Sanitária.

A principal diferença é que a DCFF é declaratória — não depende mais de aprovação prévia da COVISA, como acontecia com o LTA (instituído pela Portaria SMS/COVISA nº 368/2023). Isso agiliza o processo, mas transfere a responsabilidade técnica pela conformidade do imóvel para quem assina a declaração: um enquadramento errado gera exigência, atraso ou responsabilização.

A DCFF é exigida em situações como o pedido de Licença Sanitária inicial, mudança de endereço e ampliação de atividades que alterem a estrutura física. Na prática, ela faz parte do processo da sua Licença de Vigilância Sanitária — e é onde a maioria trava. A GlobalDocs cuida do enquadramento e da elaboração da DCFF dentro das exigências da COVISA, do início à licença emitida.

Dúvidas frequentes

Perguntas que nos fazem antes de fechar

Se sua dúvida não está aqui, manda no WhatsApp — respondemos rápido.

Minha atividade precisa de Licença Sanitária?

Precisa se a atividade envolve risco sanitário — o que é mais amplo do que a maioria imagina. Entram alimentação (restaurantes, bares, lanchonetes, padarias, mercados), saúde (clínicas, consultórios, laboratórios, odontologia), estética e beleza quando há procedimento invasivo, farmácias e drogarias, academias, creches, hotéis e qualquer operação que armazene ou manipule produtos sujeitos a controle sanitário. O que define a exigência é o CNAE combinado com o que você efetivamente faz no local, não o tamanho do negócio. Se houver dúvida sobre o enquadramento, essa é a primeira verificação que fazemos, e ela é gratuita.

Minha atividade precisa de inspeção prévia?

Depende da classificação de risco. Atividades de Risco I (baixo) e Risco II (médio) são licenciadas de forma simplificada ou automática pelo Portal Integrador Estadual VRE/REDESIM e dispensam inspeção prévia. Atividades de Risco III (alto) exigem inspeção prévia ou análise documental antecipada, por meio da Declaração de Conformidade da Atividade. Dispensar inspeção prévia não significa dispensar fiscalização depois — significa que a licença sai sem vistoria anterior. Saber em qual risco sua atividade cai muda prazo, custo e documentação do processo inteiro, e é por aí que a nossa análise começa.

Quais documentos preciso para a Licença Sanitária?

A base é CNPJ ativo, contrato social, documentos do responsável legal, comprovante de endereço e IPTU do imóvel, mais o cadastro no CMVS — Cadastro Municipal de Vigilância Sanitária. Para licenciamento inicial, alteração de endereço e ampliação que impacte a estrutura física, entram também a DCFF (Declaração de Conformidade Físico Funcional), a ART ou RRT do responsável pelo projeto físico, o memorial descritivo de atividades e a planta baixa. A partir daí a lista muda conforme a atividade: alimentação exige Manual de Boas Práticas; serviços de saúde costumam somar o PGRSS. Montar a lista do enquadramento errado é o que mais faz processo voltar como exigência.

Quanto custa a Licença Sanitária em São Paulo?

São dois custos separados. A taxa municipal varia conforme a atividade e o porte do estabelecimento — não existe valor fixo. O segundo é a assessoria técnica: enquadramento, montagem da documentação, elaboração dos planos e declarações exigidos, protocolo e acompanhamento da inspeção. Na GlobalDocs o orçamento sai depois de olhar o caso, porque um comércio de risco baixo licenciado pelo rito simplificado e uma clínica de risco alto com inspeção prévia não dão o mesmo trabalho. A análise inicial é gratuita e já sai com o caminho e os prazos, não só com um número.

Quanto tempo leva para obter a Licença Sanitária?

O prazo médio é de 30 a 60 dias após o protocolo na COVISA. Atividades de risco baixo e médio, licenciadas pelo rito simplificado, tendem a sair bem mais rápido justamente por dispensarem inspeção prévia. Fazemos um cronograma claro na primeira conversa, já com o seu enquadramento de risco definido.

O que a COVISA verifica na inspeção?

A inspeção segue um roteiro específico por CNAE e cobre sete frentes. Estrutura física e instalações: layout, fluxos de trabalho, dimensionamento, revestimentos, ventilação, iluminação, lavatórios nos pontos exigidos e segregação entre áreas de produção, atendimento e armazenamento. Documentação: licença sanitária, ART do responsável técnico, Manual de Boas Práticas, POPs por área, comprovante do CMVS e alvará municipal. Produtos, quando aplicável: procedência, registro ou notificação na ANVISA, lote, validade e temperatura de conservação. Recursos humanos: uniformes, EPIs, capacitação em boas práticas e atestados de saúde ocupacional. Higiene: controle de vetores e pragas, manejo de resíduos, abastecimento de água e higienização de equipamentos. Equipamentos: calibração e manutenção. E registros: planilhas de temperatura, controle de estoque e escrituração de medicamentos sujeitos a controle especial. A maioria das reprovações não vem de obra — vem de rotina não documentada.

Preciso estar presente na inspeção da Vigilância Sanitária?

Quando há inspeção, ela é presencial no estabelecimento — e nosso técnico acompanha a vistoria, orienta sua equipe e responde às exigências do fiscal, para você não enfrentar isso sozinho. Vale saber, porém, que nem todo caso passa por inspeção prévia: atividades de risco baixo e médio são licenciadas pelo rito simplificado, sem vistoria anterior à emissão da licença. O enquadramento de risco é a primeira coisa que verificamos, porque ele define se haverá visita de fiscal antes ou não.

Como termina a inspeção? O que é o Termo de Vistoria?

A inspeção se encerra com a lavratura de um Termo de Vistoria, que traz um de três pareceres. Satisfatório: a licença é emitida. Com exigências: você recebe prazo para regularizar os pontos apontados. Insatisfatório: é lavrado auto de infração. As penalidades previstas no Código Sanitário do Município vão de advertência e multa a apreensão, interdição parcial ou total do estabelecimento, cancelamento da licença ou do cadastro e até intervenção. Entre o parecer com exigências e o insatisfatório costuma haver pouca distância — e ela quase sempre está na preparação feita antes da visita do fiscal.

O que é o Manual de Boas Práticas e quando é exigido?

É o documento que descreve por escrito como o estabelecimento garante a segurança sanitária na rotina: higienização, controle de pragas, recebimento e armazenamento, manipulação, treinamento da equipe e o que fazer quando algo sai do padrão. Serviços de alimentação em São Paulo seguem as boas práticas da Portaria CVS-5/2013, e serviços de saúde normalmente somam o PGRSS, o plano de gerenciamento de resíduos previsto na RDC 222/2018. Não adianta ser documento genérico baixado da internet: a inspeção compara o que está escrito com o que acontece no local, e os POPs por área são conferidos um a um. A GlobalDocs elabora o manual conforme a sua operação real.

Preciso da Licença Sanitária para tirar o alvará ou a AFE?

Em muitos casos, sim — e para a AFE ela é pré-requisito direto. A AFE da ANVISA só avança depois que a Vigilância Sanitária local faz a vistoria e emite a licença municipal: sem esse documento, a ANVISA indefere o pedido. No caso do alvará de funcionamento, atividades sujeitas a risco sanitário costumam ter a licença como condição para o deferimento. É por isso que tratar cada documento isoladamente sai mais caro: a ordem entre eles determina o prazo total. Montamos o cronograma na sequência em que uma licença libera a outra.

Preciso renovar a Licença Sanitária todo ano?

Sim. A Licença Sanitária tem validade anual e deve ser renovada antes do vencimento — é o documento de prazo mais curto entre os que o seu estabelecimento provavelmente mantém. Vale ter os prazos separados na cabeça: a licença de funcionamento é definitiva e não vence, o AVCB dos Bombeiros vale 3 anos, e a sanitária é anual. Deixar a sanitária vencer é o gatilho de irregularidade mais comum, justamente porque ela volta todo ano e sai do radar. A GlobalDocs acompanha a renovação para você não correr esse risco.

O que acontece se eu funcionar sem Licença Sanitária?

O estabelecimento fica sujeito às penalidades do Código Sanitário do Município, que vão de advertência e multa a apreensão, interdição parcial ou total, cancelamento da licença ou do cadastro e intervenção. Para alimentação e saúde o risco é mais imediato, porque o impacto sanitário justifica medida cautelar na hora. E a irregularidade não fica contida: sem licença sanitária em dia trava também o alvará de funcionamento e, para quem opera produtos regulados, a AFE da ANVISA — que depende dela como pré-requisito.

Fui autuado pela Vigilância Sanitária. Ainda dá para regularizar?

Dá — e o prazo passa a ser o fator mais importante do caso. A autuação vem com exigências e um tempo para resposta; o que decide se o desfecho é uma multa administrada ou a interdição do estabelecimento é a qualidade e a velocidade dessa resposta. O primeiro passo é entender exatamente o que foi apontado, porque autos costumam citar normas sem explicar o que se espera na prática. Se você recebeu auto de infração ou termo de intimação, separe o documento e fale com a gente antes de o prazo correr: responder sem entender a exigência costuma gerar uma segunda autuação.

MEI também precisa de Licença Sanitária?

Sim. O MEI que exerce atividade sujeita à vigilância sanitária precisa de licença, independente do porte. A GlobalDocs atende MEI, ME e empresas de todos os tamanhos.

Posso parcelar o serviço da GlobalDocs?

Sim. A GlobalDocs oferece condições de pagamento parcelado para facilitar a regularização do seu negócio. Entre em contato para saber as condições disponíveis para o seu caso.

Atendimento Direto

Atendimento imediato — Vigilância Sanitária

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